quinta-feira, 10 de agosto de 2017

INVISTA EM SEGURANÇA RESIDENCIAL

Não é de hoje que segurança residencial é um dos fatores que mais preocupa os brasileiros. Isso porque, arrastões a condomínios e assaltos em residências, infelizmente, tornaram-se comuns nos principais noticiários do país.
De acordo com dados divulgados recentemente pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a cada hora, pelo menos um lar paulista é invadido.
Segundo esse levantamento, o número de roubos a residências em 2016 foi o maior em três anos. Somente no ano passado ocorreram 10.905 roubos dessa natureza, um aumento de 8,5% em relação a 2015.
Desde 2014, a SSP analisa o perfil dos roubos no Estado. Naquele ano, os casos contra residências representavam 2,23% do total - hoje esses números chegam a 2,54%.
Neste ano, já ocorreram até abril 3.382 roubos - leve desaceleração em relação ao mesmo período de 2016.
Porém, os dados não incluem registros de furto, quando não há violência ou grave ameaça a pessoas. Um arrombamento de imóvel, por exemplo, pode ser classificado como furto qualificado. Os furtos passaram de 495.334 para 514.820, entre 2015 e 2016.
Diante desses dados, a segurança residencial tornou-se uma necessidade para a integridade dos moradores e seus patrimônios. Com isso, o número de pessoas que buscam por sistemas internos de segurança cresceu nos últimos anos.
O que antes era considerado artigos de luxo e restringiam-se apenas a mansões, hoje, um sistema de segurança completo e eficaz é uma necessidade para a maioria das famílias brasileiras.
Esses circuitos se mostram eficientes uma vez que inibem a ação de invasores, depredadores, pichadores e pessoas mal-intencionadas.
No mercado é possível encontrar várias as opções de sistemas de segurança. Entre os itens mais procurados estão os vídeos porteiros, fechaduras digitais e câmeras de monitoramento.
De acordo com o Cezar Matias, gerente da Loja Marson Lar e Construção, esses são os principais recursos para quem pretende instalar ou até implementar um circuito interno de segurança na residência ou comércio.
"Existe um crescimento muito grande de produtos sendo ofertados no mercado voltado à segurança residencial, com variação de preço de R$100,00 a R$5.000,00", explica.
O vídeo porteiro, por exemplo, é o produto de maior procura pelos clientes, pois garante a identificação da pessoa que está a porta por meio de imagem, sem a necessidade que o morador se coloque em risco ao abrir a porta da residência, escritório, consultoria ou empresa.
Além de recursos como atendimento e abertura da porta pelo celular, sem a necessidade que esteja no local.
"Hoje em dia não é mais necessário deixar a velha luz acesa com o intuito de mostrar que existe alguém em casa, pois quando alguém tocar o vídeo porteiro, ele será direcionado ao celular cadastrado e o morador poderá atender de qualquer lugar. Ou seja, a pessoa à porta não saberá que não tem ninguém em casa", comenta.
As fechaduras digitais também são grandes aliadas da segurança. Isso porque, após cinco tentativas consecutivas de abertura incorretas ou tentativa de violação, a própria fechadura aciona um sinal sonoro.
Esse recurso possui também um sensor que trava automaticamente da porta assim que ela é fechada. Para abri-la, basta digitar a senha ou utilizar o chaveiro de proximidade que acompanha o produto.
Outro ponto positivo é que essas fechaduras são alimentadas por pilhas alcalinas AA, que sinalizam, inclusive, quando a bateria está ficando fraca com uma semana de antecedência.
Segundo o gerente, uma ótima opção também são kits de câmeras. Esses aparelhos garantem o monitoramento de pontos específicos nas residências.
Geralmente, as câmeras de vigilância são instaladas na entrada da casa, assim como em locais considerados mais inseguros, como garagem, fundos do imóvel ou internamente em locais de fluxo onde se deseje controlar. 
 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário